"Pois não há uma só de minhas ações, um só de meus pensamentos mesmo errôneos que, no momento em que aderir a eles, não tenham visado um valor ou uma verdade e que não conservem, conseqüentemente, sua atualidade na seqüência de minha vida, não apenas enquanto fato inapagável, mas ainda como etapa necessária em direção às verdades ou aos valores mais compeltos que a seguir eu reconheci. Minhas verdades foram construídas com estes erros e os arrastam em sua eternidade." (MERLEAU-PONTY, "A fenomenologia da percepção", p. 527)
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