“Na casa onde nasce uma criança, todos os objetos mudam de sentido, eles se põem a esperar dela um tratamento ainda indeterminado, alguém diferente e alguém a mais está ali, uma nova história, breve ou longa, acaba de ser fundada, um novo registro está aberto. Minha primeira percepção, com os horizontes que a envolviam, é um acontecimento sempre presente, uma tradição inesquecível; mesmo enquanto sujeito pensante, ainda sou essa primeira percepção, sou a seqüência da mesma vida que ela inaugurou". (MERLEU-PONTY, "Fenomenologia da percepção", p.544-545)sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
sobre o nascimento...
“Na casa onde nasce uma criança, todos os objetos mudam de sentido, eles se põem a esperar dela um tratamento ainda indeterminado, alguém diferente e alguém a mais está ali, uma nova história, breve ou longa, acaba de ser fundada, um novo registro está aberto. Minha primeira percepção, com os horizontes que a envolviam, é um acontecimento sempre presente, uma tradição inesquecível; mesmo enquanto sujeito pensante, ainda sou essa primeira percepção, sou a seqüência da mesma vida que ela inaugurou". (MERLEU-PONTY, "Fenomenologia da percepção", p.544-545)
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Lindo! Acho que vou usar como epígrafe de minha tese, que fala sobre indivíduos e suas origens...
ResponderExcluirGrande abraço,
Jerzy