queridos...
o ano acabou, o grupo se dissolveu, o ano recomeçou e há uma fagulha de esperança a respeito de novos deleitáveis encontros. eu não desisti deste espaço como posso ter lhes deixado presumir, só me ocupei com outros temas na vida que me absorveram mais do que eu gostaria n'alguns casos e mais do que deveriam n'outros!
entre uma distração e outra, festividades natalinas e de fim de ano, tentei dar continuidade a meus estudos pontyanos, deveria, pela minha condição e pela dificuldade do tema, ter dedicado-me muito mais, porém, a vida às vezes é mais urgente e é somente quando a teoria participa dela que conseguimos lhe dedicar a devida atenção...
certamente, anseio por retomar a discussão de onde parei, expor aqui minhas reflexões sobre a percepção (e sobre a própria reflexão também) oriundas de minhas incursões merleau-pontyanas ou não, mas ainda preciso "recuperar o fio da meada", como se diz. por ora, deixarei aqui algumas citações deste ou de outros autores, algumas excessivamente teóricas, outras mais heterogêneas, se a alguém apetecer comentá-las, ou à mim mesma: sintamo-nos a vontade!
piscadelas carinhosas com desejo de um feliz 2010 a todos!
aí vai uma:
"Instalado na vida, apoiado em minha natureza pensante, fixado neste campo transcendental que se abriu desde a minha primeira percepção e no qual toda ausência é apenas o avesso de uma presença, todo silêncio é apenas uma modalidade do ser sonoro, tenho uma espécie de ubiqüidade e de eternidade de princípio, sinto-me dedicado a um fluxo de vida inesgotável do qual não posso pensar nem o começo nem o fim, já que sou ainda eu enquanto vivo quem os pensa, e já que assim minha vida sempre precede e sobrevive a si mesma."
MERLEAU-PONTY, M. "A Fenomenologia da percepção". (p. 488)
o ano acabou, o grupo se dissolveu, o ano recomeçou e há uma fagulha de esperança a respeito de novos deleitáveis encontros. eu não desisti deste espaço como posso ter lhes deixado presumir, só me ocupei com outros temas na vida que me absorveram mais do que eu gostaria n'alguns casos e mais do que deveriam n'outros!
entre uma distração e outra, festividades natalinas e de fim de ano, tentei dar continuidade a meus estudos pontyanos, deveria, pela minha condição e pela dificuldade do tema, ter dedicado-me muito mais, porém, a vida às vezes é mais urgente e é somente quando a teoria participa dela que conseguimos lhe dedicar a devida atenção...
certamente, anseio por retomar a discussão de onde parei, expor aqui minhas reflexões sobre a percepção (e sobre a própria reflexão também) oriundas de minhas incursões merleau-pontyanas ou não, mas ainda preciso "recuperar o fio da meada", como se diz. por ora, deixarei aqui algumas citações deste ou de outros autores, algumas excessivamente teóricas, outras mais heterogêneas, se a alguém apetecer comentá-las, ou à mim mesma: sintamo-nos a vontade!
piscadelas carinhosas com desejo de um feliz 2010 a todos!
aí vai uma:
"Instalado na vida, apoiado em minha natureza pensante, fixado neste campo transcendental que se abriu desde a minha primeira percepção e no qual toda ausência é apenas o avesso de uma presença, todo silêncio é apenas uma modalidade do ser sonoro, tenho uma espécie de ubiqüidade e de eternidade de princípio, sinto-me dedicado a um fluxo de vida inesgotável do qual não posso pensar nem o começo nem o fim, já que sou ainda eu enquanto vivo quem os pensa, e já que assim minha vida sempre precede e sobrevive a si mesma."
MERLEAU-PONTY, M. "A Fenomenologia da percepção". (p. 488)
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