sábado, 17 de outubro de 2009

primado da percepção e outros ais...


Andei em silêncio refletindo a quietude que assolou nosso grupelho ultimamente. Desejo crer que se trata da turbulência de fim de semestre e ano, afinal nossos encontros foram sempre tão amistosos e proveitosos! Por conta disso, na última quinta, concordamos que uma solução possível seria a de tornar as reuniões quinzenais... Que vos parece? Por ora, fica confirmada a reunião da semana próxima, dia 22/10, e suspensa a do dia 29/10, aproveitando a ocasião do Simpósio (cujo resumo de minha proposta de comunicação postei abaixo) entre outros eventos.
Testaremos também a sugestão antiga do Felipe, a saber, de ler o texto na hora do encontro para suscitar o debate, daí em diante deixemos o prazer da discussão nos conduzir (e bem sabemos que podemos contar com ele) como se fossemos personagens de um diálogo platônico. E, como tais, proponho que o objeto a perseguirmos será a percepção (oh! Que inusitado!! Que bom que eu mencionei, se não, ninguém notaria ;). Digo isto até para atualizar a questão mais insistente do último encontro: o primado exclusivo da percepção (?!). Ao menos hoje não divagarei sobre isso aqui, apenas quero tentar reproduzir sumariamente a dúvida que nos acometeu, afinal, da alegação merleau-pontyana de ‘originariedade’ da percepção pode-se concluir que ela é pressuposta em todos os demais, digamos, ‘extratos’ de nossa vida? Seria ela algo que perpassa todas as instâncias?
Honestamente, não chegamos a um acordo, eu mesma oscilei entre afirmativas e negativas neste quesito. Há que se pensar...
Algum palpite?

Piscadinhas :)

Um comentário:

  1. Oi Borboleta Elizia! Obrigada pela visita e por seguir o blog! Volte sempre!

    Beijo grande,

    Claudia

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