Está virando um hábito (hum! Esta constatação pode ter implicações muito interessantes no futuro...), mas no nosso encontro hoje não pudemos concluir muita coisa de nossas investidas no terreno deste segundo capítulo da introdução. Entretanto, alguns apontamentos instigantes foram feitos e tentarei reproduzi-los aqui. Peço as testemunhas oculares, verbulares, corpulares enfim, que me auxiliem, afinal meu relato é altamente contaminado pela limitação excessiva de minha compreensão.
Voilà:
Todos acordamos em relação a evidente constatação de que Merleau-Ponty expõe ali algumas teses sobre a ‘origem’ ou a ‘construção’ da percepção e do percebido com as quais ele irá veementemente discordar, destas descrições e atentados sobram, de maneira muito incipiente é certo, algumas apreensões possíveis da construção de sua teoria — mas isto, espero, será tema para a próxima postagem —. Propomos-nos a, no próximo encontro, tentear alguma definição mais exata possível do que se entende ali por ‘associação’ e por ‘projeção de recordação’ na letra pontyana.
Por ora supomos o seguinte: o capítulo anterior, “a sensação”, tratava de teorias que explicam a percepção como resultado de impressões puras advindas das qualidades dos objetos, logo, a sua origem estaria no percebido. Neste segundo capítulo, indica-se versar sobre as explicações causais da percepção, tomando-a como originária de algum tipo de atividade sintética psicológica, conseqüência, portanto de uma espécie de ligação operada nos mecanismos subjetivos (sendo o sujeito compreendido psicofisicamente). A partir deste indicativo, veremos na próxima semana como isto se explica no detalhe, qual o papel da associação e o da projeção de recordações.
Outra questão candente, permanentemente a nos rodear, é a de como Merleau-Ponty substitui essas teorias que tanto critica. Por outras palavras: se a percepção não é isso que se pensava, se ela não originária destas fontes: o que ela é? D’onde vem? Este já é certamente o tema das próximas postagens deste século! Porém, toda esta negação afervorada vem acompanhada de pequenas dicas, uma delas pode ser a de que o sentido da percepção, anteriormente considerado tributário da associação ou da projeção, Merleau-Ponty atribui ao percebido, nas palavras de Alice: “o sentido é imanente ao sensível”. Com esta constatação ainda enigmática, despeço-me (enquanto não deixa de ser hoje). Aceito mais provocações!
Piscadelas :)
Voilà:
Todos acordamos em relação a evidente constatação de que Merleau-Ponty expõe ali algumas teses sobre a ‘origem’ ou a ‘construção’ da percepção e do percebido com as quais ele irá veementemente discordar, destas descrições e atentados sobram, de maneira muito incipiente é certo, algumas apreensões possíveis da construção de sua teoria — mas isto, espero, será tema para a próxima postagem —. Propomos-nos a, no próximo encontro, tentear alguma definição mais exata possível do que se entende ali por ‘associação’ e por ‘projeção de recordação’ na letra pontyana.
Por ora supomos o seguinte: o capítulo anterior, “a sensação”, tratava de teorias que explicam a percepção como resultado de impressões puras advindas das qualidades dos objetos, logo, a sua origem estaria no percebido. Neste segundo capítulo, indica-se versar sobre as explicações causais da percepção, tomando-a como originária de algum tipo de atividade sintética psicológica, conseqüência, portanto de uma espécie de ligação operada nos mecanismos subjetivos (sendo o sujeito compreendido psicofisicamente). A partir deste indicativo, veremos na próxima semana como isto se explica no detalhe, qual o papel da associação e o da projeção de recordações.
Outra questão candente, permanentemente a nos rodear, é a de como Merleau-Ponty substitui essas teorias que tanto critica. Por outras palavras: se a percepção não é isso que se pensava, se ela não originária destas fontes: o que ela é? D’onde vem? Este já é certamente o tema das próximas postagens deste século! Porém, toda esta negação afervorada vem acompanhada de pequenas dicas, uma delas pode ser a de que o sentido da percepção, anteriormente considerado tributário da associação ou da projeção, Merleau-Ponty atribui ao percebido, nas palavras de Alice: “o sentido é imanente ao sensível”. Com esta constatação ainda enigmática, despeço-me (enquanto não deixa de ser hoje). Aceito mais provocações!
Piscadelas :)
ops! já não era mais hoje quando finalmente consegui postar...
ResponderExcluirola agora sou seguidora!!
ResponderExcluirbjs
ventaniamaritima.blogspot.com