
Esse é o ponto fundamental da estética kantiana, o fato do que o juízo de gosto não pode ser enquadrado
em coerções objetivas, normas cognitivas, tampouco pode ser considerado um tema de ordem privada (tal como é o agradável). Tal é o tema explicado de forma bastante clara pelo professor Pedro Costa Rego, abaixo segue os links para sua palestra a esse respeito, deixo aqui para vocês!
http://youtu.be/l8AaPND8NAA
http://youtu.be/QV6nYy2XHD0
Abaixo notas sobre a conclusão de Kant ao fazer sua "Analítica do belo"
Observação geral sobre a primeira seção da analítica
§
Gosto: Faculdade de ajuizamento de um objeto em
referência à livre conformidade a leis
da faculdade da imaginação;
§
Neste caso a imaginação é produtiva e
espontânea, autora de formas arbitrárias de intuições possíveis;
§
Ela é conforme a leis, só o entendimento fornece
leis, mas o acordo entre imaginação e entendimento é subjetivo sem concordância
objetiva, pois se trata de uma conformidade a leis sem lei;
§
Juízo de gosto puro: liga imediatamente e sem
consideração do uso ou de um fim complacência ou descomplacência à simples contemplação do objeto;
§
A conformidade a regras que determina é um fim
com respeito ao conhecimento, mas isso não é entretenimento livre e
indeterminadamente conforme a um fim no qual é a faculdade de entendimento que
está a serviço da faculdade de imaginação e não o contrário;
Abraços!
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