terça-feira, 5 de setembro de 2017

Iniciação ao pensamento científico: problematizações epistemológicas

Meus amores, abaixo o link que tem os textos de nossa disciplina

Lembrando que para a próxima aula quero o resumo de uma página, feito a mão dos capítulos I e II
do livro:

ALVES, Rubens. Filosofia da Ciência. Introdução ao jogo e suas regras. São Paulo: Editora Brasiliense, 1981

Guardem esse link, sempre vamos usá-lo:

https://drive.google.com/drive/folders/0Byb08gus94YNYlBwRjN4cHhZemc?usp=sharing

Abraços e bom feriado!

domingo, 21 de maio de 2017

apresentações trabalho

Gentes, abaixo os cronogramas das próxima aulas do curso e aqui, novamente, o link com os textos:

https://drive.google.com/drive/folders/0BxWfGiQMNFHdflUzX2FRa2dPREpmV2Etem1hMFozd1c2V3lyN3BZWTduVlRVX0t3M2ZmTUU?usp=sharing

22/05
Apresentação de seminário (teórico e prático)
Musicalidade afro-brasileira
Samba: o dono do corpo

Mauricio – Maracatu (Pernambuco)
Fernando e Avelino – Tintim (Guiné-Bissau)
“Os diversos sentidos da cultura popular e suas possibilidades de interpretação” – Pedro Abib (cap-livro)
 “A presença africana na música popular brasileira” – Nei Lopes
29/05
Aparecida e Lindinalva – Samba (Bahia)
Mamadu e Ibra Có - Balobas
“Samba, o dono do corpo” – Muniz Sodré
“A presença africana na música popular brasileira” – Nei Lopes
05/06
Apresentação de seminário (teórico e prático)
O “pé no chão” do Recôncavo

Lazaro – Toca-thcuro
Ruanderson – Aguidá (Valença)

“O Samba chula do Recôncavo baiano” – Katharina Doring
12/06
Apresentação de seminário (teórico e prático)
O “pé no chão” do Recôncavo
Entrega do ensaio
Exibição de vídeos
19/06


26/06


sexta-feira, 14 de abril de 2017

Cultura Afro-Brasileira

Plano de ensino Cultura Afro-brasileira
Elizia Ferreira

Quase todos os textos do curso (e muitos outros) já estão disponíveis aqui (falta apenas scannear os de Katharina Doring e Muniz Sodré)

03/04
Aula Inaugural – A Revolta dos Malês e seus lugares de representação na memória dos afro-brasileiros.

10/04
Matriz ou motriz cultural? Discussão acerca da condição filosófica da influência.
O conceito de “motrizes culturais” aplicado às praticas performativas Afro-brasileiras – Zeca Lligiero
17/04
Matriz ou motriz cultural? Discussão acerca da condição filosófica da influência.
O conceito de “motrizes culturais” aplicado às praticas performativas Afro-brasileiras – Zeca Lligiero
24/04
Aula aberta com Nzinga Mbandi Ngola sobre a congada

01/05
Feriado.

08/05
Conceito de cultura nas ciências sociais e o lugar da cultura afro-brasileira.
“Os diversos sentidos da cultura popular e suas possibilidades de interpretação” – Pedro Abib (cap-livro)
13/05
Visita ao terreiro Ilê Axé Omã

15/05
Apresentação de seminário (teórico e prático)
O português afro-brasileiro
“Os africanos e as falas africanas no Brasil” – Luis Felipe Alencastro
“O português do Brasil, uma intromissão nessa história
22/05
Apresentação de seminário (teórico e prático)
Musicalidade afro-brasileira
Samba: o dono do corpo
“Samba, o dono do corpo” – Muniz Sodré
“A presença africana na música popular brasileira” – Nei Lopes
29/05
Apresentação de seminário (teórico e prático)
Musicalidade afro-brasileira
Samba: o dono do corpo
“Samba, o dono do corpo” – Muniz Sodré
“A presença africana na música popular brasileira” – Nei Lopes
05/06
Apresentação de seminário (teórico e prático)
O “pé no chão” do Recôncavo
“O Samba chula do Recôncavo baiano” – Katharina Doring
12/06
Apresentação de seminário (teórico e prático)
O “pé no chão” do Recôncavo
Entrega do ensaio
Exibição de vídeos
19/06


26/06
Exames finais






Metodologia:
·         Aulas práticas e teóricas;
·         Aprendizado sensível: a ginga como possibilidade de ensino
·         Apresentação de seminário em grupo com participação de todos.

Avaliação:
A avaliação consistirá em seminários práticos e teóricos e a entrega de um ensaio. Para os seminários em grupos, os estudantes deverão escolher uma manifestação cultural que considerem afro-brasileira e apresentarem para a turma, essa apresentação deve ser preferencialmente prática, o grupo deverá trazer recursos áudio-visuais e também propor atividades para que a turma “experimente” a manifestação visada. Já o ensaio deverá ser escrito individualmente e deverá ser baseado num dos textos da disciplina, articulando com alguma das manifestações trabalhadas ou com outra de escolha d@ estudante.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

e-mails turma Iniciação ao Pensamento Científico

Carxs,

por favor, nos comentários dessa postagem coloquem os emails de vocês, ou encaminhem para meu email: elizia@unilab.edu.br. A maioria dos que consta na lista está ilegível. Vou criar uma lista de correspondência com a turma.

O Dionísio Extemporâneo de Nietzsche


quinta-feira, 15 de setembro de 2016

textos de Iniciação ao pensamento científico

Prezadxs,

o link anterior, não sei porque, dava acesso apenas ao livro do Rubem Alves, mas todos já estão aqui:
https://drive.google.com/drive/folders/0Byb08gus94YNYlBwRjN4cHhZemc?usp=sharing


Oficina: Antropologia teatral, Nudez e America Latina



É impossível pensar a criação artística nas artes cênicas hoje sem pensar na utilização do corpo como base da ação do ator. É impossível se distanciar das implicações políticas e estéticas neste ato.
Vivemos um momento de profundas transformações sociais, a evidência da transformação política que nos cerca, e sua importância, trouxe – talvez graças a presença intensa da internet e os novos meios de difusão de informação – a política para o centro da mesa, para o centro da roda e para o centro do corpo.
O arco simbólico que liga a importância da política que vislumbramos hoje e o corpo começou a tomar força nos anos 60, e agora é uma realidade que não permite separar os dois, o ator precisa tomar consciência das possibilidades do seu corpo, mas precisa também entender claramente dos dispositivos que o moldam na rua, nas instituições e nas relações sociais.
A Antropologia Teatral, surgida nos anos 60 com Odin Teatret, foi por muito tempo o condutor do pensamento corporal/político do teatro de grupo, e teve muita influência na América Latina. Somos herdeiros dessa influência. Mas como bons praticantes da antropofagia, “comemos a proposta do grupo Dinamarquês/Italiano/Polonês para dentro de nosso corpo social/carnal/simbólico e poético para transformar em práticas que mais nos apetecem para nosso tempo, nosso lugar e nossa história.
O trabalho que o grupo peruano Yuyachikani desenvolveu e ainda desenvolve representa muito bem as ligações entre o legado do pensamento da antropologia teatral e a transformação deste pensamento na busca de um teatro política e esteticamente vinculado à América Latina.
Partindo deste contexto, a proposta prática seria explorar aspectos pessoais e políticos, partindo de experiências ainda latentes no corpo dos participantes. Para isso o resgate de memórias através de textos, imagens e memórias.
A proposta deste encontro pode se desenvolver tanto na prática, com exercícios cênicos, como através de um debate, ou ainda, contemplar as duas metodologias.

Oficina ministrada por Lara Matos (Atriz, produtora do grupo Experiência Subterrânea, doutoranda em Teatro pelo PPGT- Udesc